sexta-feira, 9 de novembro de 2007

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Obrigado por terem feito com que este dia tenha sido tão especial. Um enorme OBRIGADO aos meu PAIS por me fazerem sentir a filha mais feliz do mundo, todos os dias. Não tenho sequer palavras para descrever o que senti quando recebi o vosso presente logo pela manhãzinha. Sem dúvida, o melhor que alguma vez tive! Aqui está ele, um dos meus desenhos de infância, quando tinha apenas 4 anos. Era assim que via o mundo, a minha infância era tão colorida e tão perfeita como este desenho. Mais uma vez, obrigado MÃE e PAI! Adoro-vos! Não há maneira melhor de começar o meu segundo quarto de século... :) Um beijo da vossa Terasinha... Com 4 anos assinei o minha obra de arte assim mesmo... Terasinha!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

"Curriculum Vitae"

Hoje enviei o meu primeiro "Curriculum Vitae" para o meu "suposto" primeiro emprego. Nunca trabalhei. Não posso dizer que até agora tenho sido uma pessoa cheia de responsabilidades. Muito pelo contrário. No entanto, também não me foi dado tudo. Digamos que sempre tive tudo na medida certa, nada de exageros, sempre houve um certo equilíbrio. A minha única responsabilidade foi estudar e tirar um curso superior. Agora vem a parte pior (ou melhor...), a parte mais difícil, talvez. Aquela pela qual nunca passei. Ando ansiosa e na minha cabeça corre um turbilhão de ideias e pensamentos. E SE não gostar do que vou fazer? E SE não me der bem naquela empresa? Gostava de ir para o estrangeiro... mas os "E SES" são muitos mais...! Não excluo, porém, esta hipótese. Sei que um dia vou, pelo menos, tentar! O mais engraçado é que são estes "e ses" que me empurram com mais força para o "desconhecido". Mas tenho medo de não conseguir controlar o meu medo. Conforta-me pensar que todos passamos por isto no início desta vida (de trabalho). Já sei o que é O Presente, já o senti. Mas quero voltar a senti-lo! É ao encontrá-lo que nos sentimos livres dentro de nós próprios. Felizes.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Breathe


"And i feel like i'm naked in front of the crowd, 'cause these words are my diary screaming out loud..."

"Breathe" - Anna Nalick


Ao ritmo dos passos

Ás vezes temos de sair de nós para passarmos a ser os espectadores da nossa vida, analisarmos as nossas decisões, os nossos sentimentos, julgarmos as nossas atitudes. Começa a ser fácil fazê-lo quando se torna uma prática quase diária. Esta pode ser uma forma de também tentarmos perceber os nossos medos e não os deixar agir por nós. Toda a gente os tem, uns conseguem lidar com eles melhor do que outros. Uso como estratégia, para me livrar deles, ou pelo menos, não deixar que tomem o comando da minha vida, olhar para eles de frente, até mesmo falar com eles. Parece ridículo pensar em fazer isto no início, mas por mais ridículo e falta de sentido que pareça ter, foi a forma que me deram a conhecer para lidar com eles. Quero muito da vida, acredito que todos estamos aqui para contribuir de alguma forma para a humanidade, seja no que for. Quero viajar, conhecer novos mundos, novas realidades e culturas. Para já, esta viagem não passa dos livros. Ler muito e é o que me faz sonhar, dá lugar à minha imaginação. Quero correr a Europa e a Ásia e ir até ao sul do mundo, à Terra do Fogo. Pelo menos, faço-o dentro de mim, através dos livros. Para perceber o que quero da vida tive de me afastar da pessoa que amo. Não é a primeira vez que acontece. Sem me aperceber, afeiçoo-me a essa pessoa, até que se torna o meu porto de abrigo. Aí, os medos voltam. Há quem não precise desse afastamento, mas eu preciso. Não deixo, porém, de amar. Ainda amo quem amei antes de amar esta pessoa. Amo demais o mundo e a vida para me deixar paralisar pelos medos. Acredito em Gonçalo Cadilhe quando diz em A Lua Pode Esperar que "A melhor percepção do mundo é-nos dada pelo ritmo dos nossos passos". Mal posso esperar para descobrir, por experiência própria, a veracidade desta frase.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

O início cansa! Uff!

Pois bem... Ainda estou meio sem saber o que faço por aqui, mas sei que, quando saltei da cama, a minha intençao de escrever era deveras muito boa... Pensei que talvez partilhar os meus medos com outros leitores seria uma óptima terapia no sentido de os confrontar e ultrapassar, e, também, dar ânimo a quem tenha necessidade de o fazer. Bom, não sendo tarefa fácil, acredito nunca ser impossível! Hoje tive de "plastificar" o meu dia, por isso despeço-me, pois está na hora de rumar a outra tarefa...! Logo que possa, e claro, que sinta necessidade, cá estarei! :) Beijinhos!